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VOA Coletivo surge para pensar Venda Nova pelo viés socioambiental

Voa coletivo - Projeto
Projeto "Venda Nova quer árvore" - Crédito: Divulgação
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No dia 30 de maio de 2021, completou um ano do nascimento do coletivo vendanovense conhecido como VOA. O grupo é motivado por pensar Venda Nova numa perspectiva socioambiental.

O início se deu após uma reunião onde membros pensavam em maneiras de retribuir Venda Nova com experiências que eles tiveram por meio de estudo, trabalho e vivência.

Emile Andrade, que é cientista socioambiental e mora no bairro Parque São Pedro, conta que o coletivo seria apenas social, mas, com as conversas e o restante do grupo, eles chegaram à conclusão que deveria ser também ambiental, pois são pautas inseparáveis.

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A fundadora dá o exemplo sobre as enchentes na Vilarinho, que além do contexto ambiental precisam de uma abordagem social de como as pessoas são atingidas e os problemas que surgem.

“Nós somos pessoas de diversas áreas de formação; somos compostos pelo engenheiro ambiental, geógrafo, profissionais da área de saúde, do direito, da administração”, diz Emile sobre a diversidade nos campos técnicos para conhecer Venda Nova.

Uma das primeiras ações do grupo foi levantar dados sobre a região, como demografia, hidrografia, existência de centros culturais, parques, áreas de lazer, pontos de resíduos e outros levantamentos considerados importantes para a atuação do coletivo. Com o agravamento da pandemia, eles tiveram a ideia de divulgar esses dados por meio das redes sociais.

Daniela Souza, que é a integrante mais recente do VOA, fala que Venda Nova ganha muito com o coletivo porque as pessoas sempre lucram quando se unem por meio do diálogo e para o incentivo a perspectivas diferentes. Isso resulta no bem de toda população vendanovense.

Entre os projetos futuros do VOA, com pensamento pós-pandemia, está propor oficinas, cinemas ao ar livre, rodas de conversa e piqueniques para fomentar o debate socioambiental.

O projeto “Venda Nova Quer Árvore” é um dos que já estão em andamento com intuito de pensar em espaços que não são arborizados e fazer com que cada vez mais a região seja mais verde.

Outro projeto que o coletivo pensa em colocar em prática é sobre as hortas e incentivar que as pessoas as possuam em casa, dando dicas de todo o processo para que sirva de inspiração aos demais.

O VOA Coletivo é recente e os membros desejam que mais grupos surjam em Venda Nova, porque somente em comunidade as pessoas vão conseguir propor mudanças.

Emile cita o verso da música “Prelúdio”, do cantor e compositor Raúl Seixas: “Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”.

Serviço

Instagram do VOA Coletivo: https://www.instagram.com/voacoletivo/
Neste conteúdo conversamos com Emile Andrade, cientista socioambiental, 28 anos, moradora do bairro Parque São Pedro, e Daniela Souza, jornalista, 28 anos e moradora do bairro São João Batista.

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