Imagem meramente ilustrativa: Arte: Will Araújo/Jornal Norte Livre. Fotos: reprodução/PBH.
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Enquanto a pandemia da COVID-19 causa prejuízos enormes aos comerciantes de Venda Nova, a doença traz, sobretudo, risco à vida de pessoas que moram na Regional. Conforme mapa divulgado pela Prefeitura de Belo Horizonte na segunda-feira (4), que considerava dados até 23 de abril, a Região registrava cerca de 20 casos de infecção pelo novo coronavírus até aquela data.

Desses, mais da metade estava concentrada em três bairros: Jardim Europa (cinco), Céu Azul (quatro) e Lagoinha Leblon (três). O Jardim dos Comerciários, com dois quadros clínicos, também tinha mais que uma pessoa infectada.

Havia, ainda, casos positivos para o novo coronavírus nos bairros Mantiqueira, Candelária, Minas Caixa, São João Batista, Santa Mônica e Rio Branco.

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Reprodução/PBH

Na comparação com outras regionais, Venda Nova tinha um patamar de infecção parecido com os da Pampulha, Noroeste, Nordeste e Leste.

Os territórios Norte e Barreiro eram os com menos casos registrados até 23 de abril: 11 e nove, respectivamente.

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As regiões com mais casos em Belo Horizonte eram a Oeste e a Centro-Sul. Nessa última, o único bairro poupado era o Mangabeiras, que tem boa parte de sua extensão territorial formada pelo parque municipal que dá início à Serra do Curral.

E a contraprova?

Em contato com a reportagem do Jornal Norte Livre, a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informou que todos os casos listados no mapa já passaram pelo exame de contraprova.



O Executivo municipal ressaltou, ainda, que os exames sem contraprova ainda são considerados suspeitos, ou seja, estão em investigação.

Morte

Além dos casos positivos para a doença, Venda Nova já registra, conforme noticiado pelo Jornal Norte Livre na quinta-feira (30), uma morte por COVID-19.



Procurada para dar mais detalhes sobre o perfil do paciente, a Secretaria Municipal de Saúde informou que não pode divulgar casos por bairros nem fornecer informações como idade e sexo da vítima.

No entanto, o boletim de quarta-feira, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde, traz duas novas mortes em Belo Horizonte: uma de um homem de 89 anos e outra de uma mulher de 52.

Certo é que uma dessas pessoas morava em Venda Nova. A morte da mulher aconteceu em uma sexta-feira (24), enquanto do idoso três dias depois, na segunda retrasada (27).

O idoso, conforme balanço da Saúde estadual, não apresentava comorbidades, isto é, outras doenças que contribuíram para a gravidade do caso. Contudo, pela idade, fazia parte do grupo de risco da COVID-19.

Já a mulher apresentava ao menos uma comorbidade.

Números de BH

O balanço mais atualizado na Saúde estadual computa 829 casos confirmados de COVID-19, o maior número de Minas Gerais. São 22 mortes pela doença.

Na segunda, o secretário de estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, informou em coletiva de imprensa que o pico da doença no estado deve acontecer em 6 de junho.

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