Crianças e adultos praticam skate no complexo do Parque Lagoa do Nado, ao lado de Venda Nova, BH. Foto: Gabriel Ronan/Jornal Norte Livre.
Crianças e adultos praticam skate no complexo do Parque Lagoa do Nado, ao lado de Venda Nova, BH. Foto: Gabriel Ronan/Jornal Norte Livre.
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O skate virou a modalidade preferida dos brasileiros nos últimos dias, após as medalhas de bronze e prata de Kelvin Hoefler e Rayssa Leal, a Fadinha, nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Em BH, nas proximidades de Venda Nova, cinco espaços aparecem como alternativa para quem quer aprender a modalidade. Ou até mesmo arriscar umas manobras para os mais experientes.

Na Regional Venda Nova, são três locais: na Rua Sebastião Gomes Pereira, no Bairro Serra Verde; na Praça João Alves (entre a Avenida Vilarinho e a Rua Padre Pedro Pinto), no Mantiqueira; e na Rua Rio Acima, 50, no Jardim Leblon.

No Serra Verde, quem deseja praticar skate encontra um local apenas para deslizar as rodinhas, o ideal para quem está aprendendo. Já no Mantiqueira e no Jardim Leblon, o skatista tem a disposição pequenas rampas para curtir algumas manobras.

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Outros dois locais, esses com mais estrutura, permitem manobras das modalidades bowl e street do skate.

No Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado, no Bairro Itapoã, ao lado de Venda Nova, são três bowls (aquelas grandes banheiras) para desafiar os esportistas. Também há corrimões e pequenos obstáculos.

“Eu gosto de vir aqui porque é uma pista bem versátil. Portanto, dá pra praticar a galera que está aprendendo, quem já tem mais maldade e aqueles que já têm experiência. Parei por um tempo, mas decidi voltar agora”, afirma Edmar Arruda, praticante do skate na Lagoa do Nado.

Edmar também é atleta de slackline e luta pela valorização das duas modalidades. “A comunidade do skate já sofreu muito com a percepção marginal da sociedade. Meu sonho é viver do esporte, seja o slackline ou o skate”, diz.

Ele mora no Bairro João Pinheiro, na Região Noroeste de BH, mas atravessa a cidade para treinar no complexo perto de Venda Nova.

Outra opção para quem quer curtir a modalidade em BH é a esplanada do Mineirão. “Lá tem corrimões e escadas. É o ideal para quem curte mais o street”, avalia Edmar. O local costuma ficar lotado, sobretudo nos fins de semana.

  1. Quanto custa um bom skate?

    Quem quer praticar a modalidade sempre pensa no preço, não é mesmo? O Jornal Norte Livre consultou a Reflita Sports, loja da Vila Clóris, entre Venda Nova e a Região Norte de BH, para fazer um orçamento.

    De acordo com Maílson Rodrigues, proprietário do estabelecimento, um bom skate custa na faixa de R$ 300. Mas, não para por aí: quem deseja se proteger com capacete, joelheira e cotoveleira precisa desembolsar mais R$ 220 (R$ 70 do capacete e R$ 150 dos outros dois itens).

    “Eu senti que melhorou um pouco as vendas, nos últimos três dias. Em BH, a cena do skate está bem movimentada. Agora, na pandemia, diminuiu, mas aqui era bem incentivado sim. Tem evento na Lagoa do Nado”, explica Maílson.

  2. Qual o tamanho normal de um skate?

    O tamanho do shape, aquela estrutura que sustenta o esportista em cima das rodinhas, varia muito. Geralmente, ele mede entre 18 e 21 centímetros.

  3. Como escolher o tamanho do shape?

    Depende da sua finalidade. Se o objetivo é praticar a modalidade street (rampas e corrimões), o ideal é um skate entre 7,5 e 8 polegadas (entre 18,7 e 20,3 centímetros). Mas, se você deseja manobrar em bowls, o melhor é comprar um maior: entre 8 e 8,25 polegadas (de 20,3 a 20,6 centímetros.

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