Foto: Marri Nogueira/Agência Senado.

Reta final para o primeiro turno das eleições de 2020. Neste domingo (15), das 7h às 17h, eleitores de Venda Nova, Belo Horizonte, se encaminharão para as seções eleitorais para escolher um(a) vereador(a) e o(a) prefeito(a) da capital. Entretanto, quais são as propostas dos candidatos à prefeitura para a Regional?

Com a intenção de ouvir o máximo possível de “prefeituráveis”, o jornal Norte Livre promoveu transmissões ao vivo de sabatinas com os candidatos que aceitaram o convite ou se apresentaram ao veículo de imprensa para falar com os moradores de Venda Nova.

No entorno de um mês, outubro, foram oito lives — cinco com candidatos à Câmara Municipal e três com postulantes à Prefeitura de Belo Horizonte. Os “prefeituráveis” que enfrentaram a sabatina foram Rodrigo Paiva (Novo), Wanderson Rocha (PSTU) e Professor Wendel Mesquita (Solidariedade).

Alguns candidatos não se mobilizaram para enviar respostas a Venda Nova. Os que aparecem abaixo foram os únicos que deram retorno para as perguntas enviadas. Eles aparecem por ordem de envio das solicitações e agendamento.

Além disso, as mesmas perguntas feitas aos candidatos a prefeito nas transmissões também foram enviadas aos demais que não conseguiram participar das sabatinas. Seguem perguntas e respostas:

1. Eixo do saneamento básico

Com respeito ao problema de saneamento básico na Regional, é sabido que em Venda Nova existem ao menos quatro sub-bacias contribuidoras para a Bacia do Ribeirão Isidoro. Muitos desses cursos d’água têm às margens famílias e aglomerados. Além disso, o descarte clandestino de lixo é frequente. Existe, em sua campanha, alguma proposta para diminuir o lançamento de esgoto e resíduos nos leitos dos córregos e, para além, melhorar a qualidade de vida dos moradores do entorno? Poderia citar qual o primeiro local de atuação da proposta, caso ela exista?

Rodrigo Paiva (Novo) responde sobre saneamento básico

Wanderson Rocha (PSTU) responde sobre saneamento básico

Prof. Wendel Mesquita (Solidariedade) responde sobre saneamento básico

Áurea Carolina (Psol) responde sobre saneamento básico

“Nosso governo será comprometido com a universalização do saneamento básico. Vamos garantir o acesso à água tratada para todas as comunidades de Belo Horizonte e implementar imediatamente a política para universalização da coleta de esgoto, tendo como objetivo a interceptação e o tratamento de toda a rede na cidade até 2030.

Nossa prioridade vai ser em ocupações e aglomerados ainda não atendidos, o que inclui localidades em Venda Nova, como a Vila do Índio, entre outras. Vamos fazer isso a partir do estabelecimento de metas e mecanismos de transparência e fiscalização junto à COPASA, ampliando a progressividade da tarifa, de modo que as pessoas com menor renda paguem menos

Além disso, vamos  retomar os princípios originais do projeto Drenurbs, que tem como objetivo principal a renaturalização dos córregos e o diálogo das águas com os espaços públicos, criando parques ao longo dos fundos de vale para lazer, caminhadas e deslocamento por bicicletas”.

João Vítor Xavier (Cidadania) responde sobre saneamento básico

“Sabemos que a realidade do saneamento básico, em algumas regiões de Belo Horizonte, tem sido de puro descaso, pois em pleno século XXI, ainda encontramos esgotos a céu aberto e o descarte de lixos ao entorno dos córregos. 

O cidadão paga um valor caro pela água e esgoto e às vezes nem é atendido pelo serviço. Vamos buscar, através do diálogo, melhorias no contrato da Prefeitura com a COPASA para que a população dos bairros de BH venham a contar com um serviço que atenda às demandas sociais e justifique o valor cobrado na conta do cidadão. 

Precisamos atingir os 100% de saneamento básico em todas as regionais da cidade. Além de investimentos públicos, vamos trabalhar ações públicas e educacionais para haja a conscientização de que o lugar do lixo é no lixo e não em córregos e nascentes”.

2. Eixo da Saúde

A Regional, atualmente, conta com uma Unidade de Pronto-Atendimento (Upa), um hospital próximo (Risoleta Tolentino Neves) e vários postos de saúde espalhados pelos bairros.

A UPA Venda Nova é pauta de várias reclamações com respeito ao atendimento e, inclusive, ausência de recursos, como luz. Nos postos de saúde, as especialidades médicas mais específicas, como psicólogos, obstetras, ginecologistas, dentistas e outras, ficam reclusas, em maioria, a bairros com melhor poder aquisitivo na Regional.

Outro fator é que o Hospital Risoleta Tolentino Neves é referência para o vetor norte da RMBH, o que causa concorrência para o uso dos serviços. Além disso, atrás da UPA Venda Nova, existe uma maternidade pronta, montada com equipamentos, mas fechada há mais de 11 anos.

Gostaríamos de saber se existe alguma proposta para Venda Nova no quesito saúde, qual e a partir de onde será implantada? Além disso, temos o interesse de saber como e com qual fundo financeiro.

Rodrigo Paiva (Novo) responde sobre saúde

Wanderson Rocha (PSTU) responde sobre saúde

Prof. Wendel Mesquita (Solidariedade) responde sobre saúde

Áurea Carolina (Psol) responde sobre saúde

“Nossa proposta prioritária para a saúde é o investimento na atenção primária, fortalecendo, por exemplo, as UBSs e as Equipes do Programa Saúde da Família. Além disso, sabemos que a atenção secundária ambulatorial e especializada é um gargalo do SUS, por isso, vamos disponibilizar recursos e equipes adequadas para que tais serviços sejam efetivos e de qualidade, bem como prever mecanismos que as articulem adequadamente com a atenção primária. Também estamos avaliando a possibilidade de abrir a Farmácia Viva na UPA Norte.

No nosso plano de governo, também é ponto prioritário valorizar o atendimento de gestantes e puérperas. Para isso, é preciso fortalecer o Hospital Sofia Feldman e, principalmente, inaugurar a maternidade Leonina Leonor, em Venda Nova. A maternidade já está pronta desde 2009, e foram investidos mais de R$ 4,5 milhões. 

Se estivesse em funcionamento hoje, teria capacidade para atender, inicialmente, 350 parturientes por mês. A expectativa era que chegasse a 500 partos humanizados por mês. A abertura da maternidade é fundamental para atender gestantes da região de Venda Nova, que hoje ou são atendidas no Risoleta Neves, que não oferece o modelo assistencial de atenção obstétrica e neonatal da Anvisa (Resolução no 36, de 2008), ou têm que atravessar a cidade para terem seus bebês em outras unidades do SUS. 

Para que tudo isso seja possível, vamos combater o subfinanciamento do SUS, para garantir as obrigações de repasses da esfera estadual. Nós não nos calaremos frente às ameaças de privatização e terceirização, sobretudo na atenção primária”.

João Vítor Xavier (Cidadania) responde sobre saúde

“Essa é a área que mais irei dar atenção durante minha gestão e a que mais gosto de falar. Não tenho uma solução só para Venda Nova na área de educação, porque acho que toda a cidade deve ter uma atenção fortíssima pela PBH nos próximos anos. Perdemos, pela primeira vez na história, pontos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na atual gestão. 

Queremos investir em ferramentas de tecnologia que permitam a adoção de ensino remoto e a possibilidade de ensino híbrido, garantindo o acesso dos alunos a essas ferramentas, principalmente durante a pandemia. Irei estabelecer um programa de metas a serem alcançadas pela Rede Municipal de Educação, ofertando os meios e condições em cada etapa e modalidade de ensino para alcançar níveis de qualidade desejados. 

Assim, poderemos realizar um intercâmbio de saberes e habilidades entre gestores e professores das escolas. Além disso, com essas metas, iremos saber exatamente os pontos de melhora de cada escola e investir diretamente nestes pontos. Todo meu projeto para Belo Horizonte envolve integração e diálogo como base. A educação é a área prioritária dessa integração. Todas as secretarias e estruturas disponíveis à Prefeitura (como centros culturais, quadras esportivas, bibliotecas e museus) irão contribuir com soluções para melhorar o ensino de nossos alunos. 

Além disso, quero trazer a sociedade e a iniciativa privada para fazerem parte dessa solução. Precisamos voltar com as famílias para dentro das escolas, para ter maior chance de resolver os problemas individuais de cada aluno e contribuir cedo no desenvolvimento de cada um, de acordo com suas qualidades e fraquezas”.

3. Eixo da Educação

Venda Nova possui 70 escolas públicas, entre estaduais e municipais. Além delas, conta com Emeis. Também existem faculdades presentes na Regional. Todavia, algo fundamental para a vida do estudante e aprimoramento das instituições ainda é estranho à região: internet de boa qualidade e a valores justos.

Outro fator comprometedor é sobre o professorado, que por vezes soluciona falhas das secretarias educacionais com recursos próprios a fim de promover educação de qualidade a seus alunos.

Com respeito à educação em Venda Nova, programas de matrícula causaram um grande transtorno no ano passado e, no atual período de pandemia, professores estão se superando em criatividade e esforço para levar conteúdo aos estudantes.

Outro dado importante, e comum ao Brasil, é que regiões com maior poder aquisitivo ou escolas com famílias com mais renda possuem mais desempenho no INEP e seus alunos têm mais chances numa concorrência.

Gostaríamos de saber se o(a) candidato(a) tem alguma proposta para tratar a educação de maneira mais equânime, propiciando as mesmas oportunidades ou diminuindo as diferenças, como é a ação dessa proposta e onde ela começará na Regional Venda Nova?

Rodrigo Paiva (Novo) responde sobre educação

Wanderson Rocha (PSTU) responde sobre educação

Prof. Wendel Mesquita (Solidariedade) responde sobre educação

Áurea Carolina (Psol) responde sobre educação

“Dentre as nossas principais propostas para a educação está fortalecer as políticas e a rede de Educação Infantil de Belo Horizonte, levando em consideração as desigualdades existente entre regionais e territórios. Esse fortalecimento envolve melhorias estruturais e incremento das estruturas físicas, iniciativas de valorização e formação especificamente voltadas às(aos) profissionais da Educação Infantil, bem como medidas efetivas de atenção à família e diálogo com as comunidades.

Políticas de ações afirmativas, como o sistema de cotas raciais e sociais, estão presentes em todos os eixos do nosso Plano de Governo. Somos favoráveis a essas ações por acreditarmos que elas são fundamentais para a redução das desigualdades no acesso e na garantia dos direitos. 

Assim como Paulo Freire, acreditamos que a educação é uma importante ferramenta de transformação social, a partir do momento em que as experiências e trajetórias dos estudantes são levadas em consideração em um processo de aprendizagem que preza pela liberdade. Nesse sentido, é fundamental levar em conta, na política pública, a compreensão das especificidades de estudantes de Venda Nova e da comunidade escolar da região como um todo”.

João Vítor Xavier (Cidadania) responde sobre educação

“Essa é a área que mais irei dar atenção durante minha gestão e a que mais gosto de falar. Não tenho uma solução só para Venda Nova na área de educação, porque acho que toda a cidade deve ter uma atenção fortíssima pela PBH nos próximos anos. Perdemos, pela primeira vez na história, pontos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na atual gestão. 

Queremos investir em ferramentas de tecnologia que permitam a adoção de ensino remoto e a possibilidade de ensino híbrido, garantindo o acesso dos alunos a essas ferramentas, principalmente durante a pandemia. Irei estabelecer um programa de metas a serem alcançadas pela Rede Municipal de Educação, ofertando os meios e condições em cada etapa e modalidade de ensino para alcançar níveis de qualidade desejados. 

Assim, poderemos realizar um intercâmbio de saberes e habilidades entre gestores e professores das escolas. Além disso, com essas metas, iremos saber exatamente os pontos de melhora de cada escola e investir diretamente nestes pontos. Todo meu projeto para Belo Horizonte envolve integração e diálogo como base. A educação é a área prioritária dessa integração. Todas as secretarias e estruturas disponíveis à Prefeitura (como centros culturais, quadras esportivas, bibliotecas e museus) irão contribuir com soluções para melhorar o ensino de nossos alunos. 

Além disso, quero trazer a sociedade e a iniciativa privada para fazerem parte dessa solução. Precisamos voltar com as famílias para dentro das escolas, para ter maior chance de resolver os problemas individuais de cada aluno e contribuir cedo no desenvolvimento de cada um, de acordo com suas qualidades e fraquezas”.

4. Eixo de Transporte

Venda Nova possui cerca de 265 mil habitantes e está distante do Hipercentro da cidade em, aproximadamente, 17 quilômetros. O acesso mais utilizado pelos moradores, claro, é o transporte público, o qual se resume às Estações BH Bus de Venda Nova, da Pampulha e Vilarinho de metrô. O escoamento da população que pretende chegar aos postos de trabalho é feito por linhas municipais e metropolitanas. Algumas, inclusive, convergem nas principais vias de vazão: Rua Padre Pedro Pinto, Avenida Vilarinho, Avenida D. Pedro I, Avenida Portugal, Rua João Samaha, Rua Augustos dos Anjos, Rua Dr. Álvaro Camargos.

O tempo aproximado até chegar às estações via transporte coletivo é de 30 minutos. Com respeito a veículos particulares, motoristas gastam em torno de 20 minutos para saírem da Regional e adentrarem algumas das principais vias arteriais da cidade.

Existe o congestionamento, a quantidade imensa de pessoas se aglomerando para encontrarem lugares nos ônibus e metrô e, ainda, a ausência de trocadores, o que torna as viagens internas ainda mais lentas.

Gostaríamos de saber qual a proposta para que o trânsito e transporte coletivo em Venda Nova possa melhorar. Caso exista um planejamento, poderia especificar qual o ponto de início na Regional?

Rodrigo Paiva (Novo) responde sobre transporte e mobilidade urbana

Wanderson Rocha (PSTU) responde sobre transporte e mobilidade urbana

Prof. Wendel Mesquita (Solidariedade) responde sobre transporte e mobilidade urbana

Áurea Carolina (Psol) responde sobre transporte e mobilidade urbana

“Vamos começar revendo o contrato de concessão do serviço público de transporte coletivo para redução da tarifa e para a volta dos trocadores. Também nos preocupamos com o tempo de deslocamento dos moradores e com a superlotação dos ônibus. Por isso, vamos assegurar políticas públicas sólidas de mobilidade para territórios periféricos, atentando para o tempo de deslocamento, e ampliar a oferta de ônibus, restringindo a lotação dos mesmos. 

Em toda cidade, vamos construir faixas exclusivas para ônibus, o que vai diminuir o tempo de deslocamento entre centro e bairros e entre as regiões. Além disso, vamos implementar o PlanBici, que prevê a construção de mais ciclovias, garantindo um deslocamento seguro para quem usa a bicicleta para ir para o trabalho ou para o lazer.

Para as melhorias que pretendemos fazer, queremos contar com a participação cidadã, fortalecendo as regionais, como Venda Nova. Vamos, por exemplo, ouvir a população para a definição de novas linhas, itinerários e horários de ônibus. 

Vamos fortalecer os espaços participativos como o Conselho Municipal de Mobilidade Urbana (COMURB) e as Comissões Regionais de Transporte e Trânsito (CRTTs)”.

João Vítor Xavier (Cidadania) responde sobre transporte e mobilidade urbana

“A questão do transporte público de Belo Horizonte está caótica. Durante a atual gestão, BH perdeu mais de 10% da velocidade do transporte público. 

Somos a capital com a segunda passagem de ônibus urbano mais cara do país e temos um serviço com veículos sucateados, atraso nos horários e ônibus lotados. 

Pensar na melhoria do trânsito é pensar nela como um todo e não em uma região específica. Abrir a caixa preta da BHTrans não é falar somente da parte financeira das empresas que prestam esse serviço. 

Com esse alto custo e ineficiência, algo está muito errado em todo o projeto das linhas. Reuni com especialistas e já chegamos a uma conclusão assustadora. Quase metade das linhas de ônibus de BH andam mais de 50% do trajeto juntas, estão sobrepostas. 

Você, usuário, já notou o tanto de ônibus vazios, ou voltando para a garagem, quando você está em um ônibus cheio? Precisamos estudar todas essas linhas. A partir disso, podemos repensar o nosso sistema de forma inteligente, através de tecnologias e análise de dados, colocando mais ônibus onde realmente precisa e acabando com o desperdício. 

Além disso, é necessário dialogar com o Governo Federal e Estadual para que possamos implementar o ‘Bilhete Único’ e juntar metrô, ônibus e Move em uma mesma passagem.”

5. Eixo da Cultura e Turismo

Cultura

Venda Nova possui o maior Centro Cultural de Belo Horizonte, todavia, o aporte dado às iniciativas culturais da cidade não é descentralizado. Carnaval, shows, eventos e outras atividades na Regional são pouco vistas pela PBH e recebem menos atenção do que as de outras regiões.

A exemplo, enquanto um bairro de classe média alta, o Buritis, possui histórico de longo acesso aos fundos culturais, produtores em Venda Nova lutam para conseguir o apoio da PBH para seus eventos. Quando o aporte sai, é centralizado sempre nos mesmos produtores.

A Belotur, apesar do envio de demandas via Lei de Acesso à Comunicação (LAI), não guarda informações pertinentes e específicas sobre os direcionamentos de fundos para a Regional. Os argumentos usados foram: primeiro que a LAI não os obrigava, por lei, a buscar informações que não estejam já organizadas; segundo que parte do arquivo da Belotur foi perdido em um incêndio.

Gostaríamos se existe alguma proposta específica do(a) candidato(a) para Venda Nova? Caso exista e pretenda descentralizar a cultura do Hipercentro, como acontecerá para a Regional? Além disso, quais as posturas adotadas para que a Belotur tenha menos “favoritismo” por bairros e regiões de classe média e classe média alta?

Turismo

Venda Nova é contemporânea ao Curral Del Rey. Possui, atualmente, 309 anos de existência e é mais antiga que Ouro Preto (por um mês) e que a própria Minas Gerais. A Regional possui um casarão quase centenário, uma igreja matriz centenária que luta para terminar as obras de fundação e fez parte da rota dos tropeiros.

Venda Nova possui mais história que a própria Pampulha e, caso a cidade de Santa Luzia entrasse na rota da Estrada Real, seria um dos pontos turísticos somados. Além disso, a Regional tem um mirante próximo à Cidade Administrativa com altura similar ao da Praça do Papa.

Novamente, porém, a Regional não faz parte do roteiro turístico criado pela Belotur. Quais propostas o(a) candidato(a) possui para tratamento das questões? Como, a partir de qual ponto iniciará e quais fundos serão usados?

Rodrigo Paiva (Novo) responde sobre cultura

Rodrigo Paiva (Novo) responde sobre turismo

Wanderson Rocha (PSTU) responde sobre cultura e turismo

Prof. Wendel Mesquita (Solidariedade) responde sobre cultura e turismo

Áurea Carolina (Psol) responde sobre cultura e turismo

Cultura

“Nós pretendemos fortalecer a cultura nos territórios e regionais de Belo Horizonte por meio, principalmente, da implementação da Política Municipal Cultura Viva, uma política pública que valoriza a diversidade étnica e cultural da cidade e preserva, estimula e fortalece as práticas e tradições populares, sociais e comunitárias. 

A descentralização da cultura também está presente na nossa proposta de promoção de políticas efetivas de democratização cultural. Para democratizar o acesso aos editais e fundo de cultura, vamos desburocratizar. 

Também vamos fortalecer os 17 centros culturais municipais, o que inclui o Centro Cultural de Venda Nova, por meio de políticas, programas e recursos orçamentários específicos, garantindo ampliação das equipes e autonomia para que as comunidades criem seus conteúdos”.

Turismo

“Pretendemos fortalecer o turismo em Belo Horizonte, explorando o potencial de todas as regionais da cidade, incluindo Venda Nova. Para que isso seja possível, vamos criar a Secretaria Municipal de Turismo e debater e formular um Plano Municipal de Incentivo ao Lazer e ao Turismo. 

A participação da população de Belo Horizonte é fundamental para a construção desse plano e para que nenhuma regional fique sub-representada. Moradores de Venda Nova, por exemplo, poderão participar do planejamento das ações para o turismo, por meio dos canais de comunicação direta com a população que vamos criar, para construir um calendário de eventos municipais regulares e que ficará disponível para consulta.

Além disso, vamos fortalecer o associativismo popular para que as pessoas não só ajudem na construção das propostas da política, mas, sobretudo, cresçam e fiscalizem as instâncias ao longo do nosso mandato.

João Vítor Xavier (Cidadania) responde sobre cultura e turismo

Cultura

Minha proposta de descentralização irá beneficiar Venda Nova e outras regionais que são esquecidas em eventos, como o Carnaval e outros que irei fomentar na cidade.

Esse favoritismo tem que acabar, primeiro, pela sua base. Vamos contribuir com a formação de nossas crianças, jovens e adultos, usando efetivamente nossos centros culturais. Vamos inserir a comunidade na gestão destes espaços, que são de todos e devem ser usados por todos.

Um segundo ponto é que precisamos realmente descentralizar os eventos de nossa cidade, levando entretenimento e cultura para todos. Os recursos devem ser disponibilizados de forma equânime pelas regionais e bairros. Quem mora em Venda Nova não precisa ter que ir sempre ao Centro para participar da nossa cultura, dos nossos eventos.

Turismo

“Um dos pontos centrais de minha proposta para retomarmos o desenvolvimento de Belo Horizonte é a valorização de nossa cultura, história e eventos, para que possamos atrair investimentos e turistas.

Vamos criar um calendário de eventos de negócios, acadêmicos, culturais e religiosos, divididos em todas as regionais da cidade, entre elas Venda Nova, de forma a impulsionarmos os negócios e empreendedores locais com recursos de fora. 

Vamos agir de maneira proativa na busca por eventos para a cidade e fomentar a realização de eventos como o Carnaval e outros, como a Marcha para Jesus e Festas Juninas. Com isso, vamos gerar empregos e movimentar a economia de nossa cidade”.

6. Considerações finais

Rodrigo Paiva (Novo)

Wanderson Rocha (PSTU)

Prof. Wendel Mesquita (Solidariedade)

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