COVID-19 já matou cinco pessoas em Venda Nova. Foto: reprodução/Pixabay.
COVID-19 já matou cinco pessoas em Venda Nova. Foto: reprodução/Pixabay.
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A Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, registrou uma nova morte por COVID-19 nessa terça-feira (16). A Secretaria Municipal de Saúde não dá detalhes sobre o perfil da vítima. Essa é a quinta vida perdida pela infecção causada por meio do novo coronavírus na Regional. 

Desde o início da pandemia, Venda Nova computa cinco mortes por COVID-19. Apesar disso, a Região é a que menos perdeu vidas para a doença entre as nove regionais de BH. No Leste da capital, por exemplo, são 12 óbitos. 

Além das mortes, a Saúde municipal atualizou o número de casos de síndrome respiratória aguda grave com positividade para o novo coronavírus. Esses são considerados os quadros clínicos mais delicados da doença.

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Diante disso, entre 40 e 50 pacientes de Venda Nova apresentaram complicações clínicas a partir da doença desde o início da pandemia. São 503 casos graves em BH até o último boletim. 

Risoleta Neves

Após iniciar a pandemia como referência no Brasil, Minas Gerais começa a enfrentar dificuldades em seu sistema de saúde pública, o que reflete também em Belo Horizonte. 

Nesta quarta-feira (17), por exemplo, o Hospital Risoleta Tolentino Neves, entre as regionais Norte e Venda Nova, registra 91% de ocupação dos seus leitos de UTI dedicados a pacientes graves com diagnóstico ou suspeita COVID-19. 

Das 11 unidades de terapia intensiva para pacientes do novo coronavírus no hospital, 10 estão ocupadas nesta quarta. No dia anterior, terça (16), a unidade de saúde chegou a registrar 100% de ocupação. 

Procurada, a assessoria de imprensa do hospital informou que o Risoleta Neves não é uma unidade de saúde de referência para o tratamento da COVID-19.

De acordo com o hospital, a taxa de ocupação máxima pode acontecer a qualquer momento diante da demanda de outros hospitais e cidades do vetor norte da Grande BH, como Vespasiano, Santa Luzia, Lagoa Santa, Pedro Leopoldo etc.

“Esses leitos de CTI são de retaguarda para a demanda de pacientes que chegam ao Risoleta e apresentam necessidade de terapia intensiva”, informou o hospital.

A comunicação da unidade médica também esclareceu que articula com os gestores da Saúde municipal a criação de novos leitos no Risoleta Neves. 

Também informou que acompanha o crescimento da doença na cidade para “conciliar a assistência aos pacientes com suspeita/confirmação de COVID-19 sem deixar de atender às outras demandas”. 

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