Prefeitura de BH já geolocalizou 136 das 142 mortes por COVID-19 em Venda Nova. Foto: Will Araújo/Jornal Norte Livre.
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A Prefeitura de Belo Horizonte atualizou nessa quarta-feira (23) o balanço de casos e mortes por COVID-19 por bairro da capital mineira. Em Venda Nova, apenas oito bairros concentram 61,4% dos diagnósticos da doença.

São eles: Céu Azul (124 casos confirmados), Mantiqueira (123), Santa Mônica (106), Piratininga (93), São João Batista (92), Rio Branco (72), Copacabana (71) e Jardim dos Comerciários (69).

Vale lembrar que Venda Nova conta hoje com 43 bairros e vilas. Portanto, apenas 18,6% das localidades da Regional concentram 61,4% dos casos da virose.

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Quanto ao número de mortes, a liderança pertence ao Mantiqueira, que registra 16 óbitos. Depois, aparecem Piratininga (13), Céu Azul (11), São João Batista (11), Santa Mônica (nove) e Lagoa (nove).

Conforme o balanço da prefeitura, 23 bairros de Venda Nova computam mortes – 53,4% do total. São 34 localidades registrando ao menos um diagnóstico da doença. Portanto, apenas nove localidades da Regional não registram casos.

Quadro geral

Belo Horizonte chegou a 1.192 mortes confirmadas por COVID-19 nesta quarta-feira (23). De acordo com números do boletim epidemiológico e assistencial da prefeitura, a cidade computou 20 óbitos pela doença nas últimas 24 horas.

Esse o maior saldo entre dois boletins da prefeitura desde 3 de setembro, quando a PBH informou um aumento de 23 vidas perdidas pela virose.

O número de casos aumentou de 39.467 para 39.538 – crescimento de 71 diagnósticos. Além dos 1.192 óbitos, são 36.207 recuperados e 2.139 em acompanhamento.

No levantamento por regionais, a Oeste é aquela com o maior número de mortes: 151, uma a mais que a Nordeste. Na sequência, aparecem Noroeste (146), Venda Nova (142), Leste (131), Barreiro (130), Centro-Sul (115), Norte (119) e Pampulha (108).

Indicadores

O único indicador fora do cenário mais controlado, a velocidade de transmissão do novo coronavírus em BH caiu de 1,03 para 1,01. Portanto, o parâmetro permanece na fase alarmante, a amarela, aplicada a partir de 1.

O chamado fator RT mede o número médio de infecção que surge na cidade por cada paciente diagnosticado com a COVID-19.


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As taxas de ocupação dos leitos de UTI e de enfermaria para COVID-19 também sofreram queda nas últimas 24 horas em BH. No caso da terapia intensiva, o número caiu de 46,2% para 41,8%.

Esse é o menor índice de ocupação das UTIs para COVID-19 desde que a prefeitura passou a informar, diariamente, a situação do indicador nos boletins, ou seja, desde 30 de maio.

Já no caso das enfermarias, o parâmetro saiu de 37,8% para 37,2%. A taxa de leitos só se torna alarmante a partir de 50%.

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