Toninho Lara ao centro de camisa branca com mangas longas - Fonte: Henrique Willer/CCVN e antes Dona Lúcia César
Advertisement

Há 100 anos, nascia Antônio Monteiro Filho Lara — o Toninho. Um dos 14 filhos e filhas do “Seu Antônio”. O rebento de uma família grande e simples, com muitos tios, tias, primos, primas e vários “Geraldos”, como veremos no decorrer da história.

Toninho é natural de Esmeraldas, Minas Gerais, e veio à luz em 1920. O garoto alegre e bem humorado estudou até o primário. Correu muito pelas pequenas ladeiras da cidade, situada na Região Metropolitana de Belo Horizonte e limítrofe com Betim, Caracóis, Ribeirão das Neves e outras.

Provavelmente, na década de 1930, durante a adolescência, Toninho conheceu o grande amor de sua vida — a prima Inês Lara. A jovem tinha a fama de brava e, talvez, essa foi a característica que desencadeou a paixão do rapaz.

Toninho viveu o Brasil em uma época de muitas mudanças. Na década de 1930, houve a deposição do presidente eleito Washington Luís pela Junta Provisória Militar. A mesma que fez a passagem do governo à Getúlio Vargas, candidato de oposição pela Aliança Liberal e que inaugurou, a partir dali, a “Era Vargas” (1930 a 1945).

Enquanto isso, a família tomava conhecimento da paquera com a prima Inês. Os parentes mais próximos da moça pressionavam o casamento. Brincavam: “a Inês está lá”. Pouco a pouco, algo crescia entre os dois e em terras distantes no mundo.


Você é de Venda Nova?

Morador(a) de Venda Nova, fique por dentro de notícias exclusivas da Regional. Clique no botão ao lado/baixo e siga o Jornal Norte Livre nas redes sociais.
“O que não é visto, não é lembrado”
Jornal Norte Livre, o jornal de Venda Nova!


Na Europa, a Alemanha estava devastada após a Primeira Guerra Mundial (1914 a 1918) e sofria com o Tratado de Versalhes, de 1919, que dava continuidade ao armistício e responsabilizava a nação pelos combates, obrigando-a ceder parte de suas terras e pagar indenizações pelos prejuízos. 

Em um resumo simplório para o surgimento do nazismo, os alemães estavam inconformados com os termos impostos pelos países vencedores da Primeira Guerra Mundial e, também na década de 1930, tiveram o desejo de reparação transformado em vingança por um líder carismático. Ele inflamou a população contra algumas etnias e a conduziu rumo à Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945).

A paz rompida pelo desrespeito

No Brasil, quando estourou o conflito armado, a intenção do governo era a mesma tida na Primeira Guerra Mundial: manter a neutralidade. Entretanto, após o início da Segunda Guerra Mundial, o poder do Exército Alemão e dos aliados italianos se estendeu ao norte da África, o que ressaltou pontos estratégicos existentes no litoral sul-americano.

Os britânicos ficaram sabendo de um grande navio de guerra da Marinha Alemã, que estava no sul do Oceano Atlântico — o Admiral Graf Spee. Por isso, enviaram três embarcações da Marinha Real Britânica, um cruzador pesado e dois leves, para patrulharem as águas abaixo da linha do Equador.

No dia 13 de dezembro de 1939, o navio de guerra alemão foi interceptado pelos cruzadores britânicos e ocorreu uma intensa batalha nas proximidades do estuário do Rio Prata, entre o litoral uruguaio e argentino. A embarcação alemã sofreu duras perdas e buscou amparo no porto de Montevidéu, no Uruguai.

Porém, o governo uruguaio não concedeu asilo e pressionou a saída dos alemães, que encontraram a Marinha Real Britânica e tiveram o navio de guerra afundado pela tripulação no dia 17 de dezembro de 1939.

Imagem de campanha para alistamento e doações - Fonte: Exército Brasileiro
Imagem de campanha para alistamento e doações – Fonte: Exército Brasileiro

O evento ligou o alerta dos povos latinos, que fizeram três conferências diplomáticas (Panamá, em 1939, Havana, em 1940, e Rio de Janeiro, em 1942) para fortalecimento da defesa continental. Em Havana, diversos países das Américas assinaram o compromisso de que “todo atentado de um Estado não americano contra a integridade ou a inviolabilidade do território, contra a soberania ou a independência política de um Estado americano será considerado como ato de agressão contra os Estados que assinaram esta Declaração”.

Em 28 de janeiro de 1942, no Rio de Janeiro, o Brasil rompeu relações diplomáticas com Alemanha, Itália e Japão – o qual atacou a base naval norte-americana Pearl Harbor no Havaí, no Pacífico, em 7 de dezembro de 1941.

Após o rompimento, submarinos alemães e italianos começaram a interceptar navios comerciais brasileiros nos litorais do continente, os quais faziam viagens pelo Atlântico para levar suprimentos aos norte-americanos e fazer negócios em outros países. O primeiro ataque a embarcações brasileiras ocorreu em 16 de fevereiro de 1942, quando o navio Buarque foi afundado por forças inimigas.

Em 18 de fevereiro do mesmo ano, o navio Olinda foi afundado. Mais tarde, entre 14 e 17 de agosto, em constante desrespeito às leis marítimas consolidadas pelas conferências, forças inimigas alemãs e italianas, chamadas de “Potências do Eixo”, afundaram seis embarcações comerciais brasileiras: os navios Arará, Araraquara, Aníbal, Baependi, Benévolo e Itagibá.

Portanto, em 31 de agosto de 1942, o governo brasileiro, sob a égide de Getúlio Vargas, decretou (nº. 10.358) estado de guerra em todo território nacional, seguido mais tarde, em 16 de setembro do mesmo ano, pelo decreto (nº. 10.451) de mobilização geral.

E o Toninho, onde estava? Ainda na cidade de Esmeraldas, com 22 anos e enamorado pela brava Inês. Porém, assim como parte da juventude brasileira, ele participou dos alistamentos militares feitos em praças (“sentou praça”).

Toninho almoça na Itália - Fonte: Sebastiana Lara
Toninho almoça na Itália – Fonte: Sebastiana Lara

Toninho vai à Segunda Guerra Mundial

O Brasil poderia apenas oferecer apoio de suprimentos aos aliados continentais, mas decidiu dar apoio integral aos norte-americanos. A fim de melhorar a proteção do litoral Nordeste, permitiu que os EUA construíssem bases aéreas em Belém, Natal e Recife, de onde poderiam escoltar a ida de reforços para o norte da África.

No início do estado de guerra em território nacional, o Brasil se dedicava a modernizar o arsenal, treinar soldados, proteger o litoral, servir suprimentos aos Aliados, oferecer terreno estratégico no continente e fazer campanhas para o alistamento dos jovens.

Quando as forças inimigas foram afastadas do norte africano, em maio de 1943, o perigo ao litoral brasileiro foi mitigado. Mas, oficiais estadunidenses propuseram ao Brasil que participasse com o Exército Americano de incursões em terra pela Europa.

Por isso, o governo fixou, em 9 de agosto de 1943, uma portaria (Ministerial nº. 47/44) que estruturava a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª Die), a qual criou a Força Expedicionária Brasileira (Feb). Toninho foi convocado.

A Força Expedicionária Brasileira (Feb)

A 1ª Die era constituída por comandantes (generais-de-divisão), por oficiais do estado-maior geral e especial, por três Regimentos de Infantaria (1º, 6º e 11º RI), por quatro grupos de artilharia, por uma esquadrilha de ligação e observação, por um batalhão de engenharia (9º BE), por um batalhão de saúde, (1º BS), por um esquadrão de reconhecimento mecanizado e por uma companhia de transmissões.

Toninho Lara no front em Sans Colise Itália - Fonte: Livro Lembranças Venda Nova
Toninho Lara no front em Sans Colise Itália – Fonte: Livro Lembranças Venda Nova

Toninho integrou a Feb como 3º sargento no 11º RI com metralhadoras. Aos 23 anos, ele precisou viajar para a Vila Militar, no Rio de Janeiro, a fim de integrar a concentração dos convocados. Acostumado aos morros, serras e ladeiras de Minas Gerais, o rapaz recebeu instrução sobre o clima frio, relevo e local em que atuaria, chamado pelos oficiais de Teatro de Operações da Itália.

Ao todo, 25.334 militares foram à Segunda Guerra Mundial incorporados pelo IV Corpo do 5º Exército Americano. Eles foram enviados em quatro escalões diferentes: o primeiro enviado em 2 de julho de 1944, o segundo em 22 de setembro de 1944, o terceiro em 23 de novembro de 1944 e o último em 8 de fevereiro de 1945.

A juventude contrária à ida dos brasileiros fez forte campanha para que as tropas não fossem à Segunda Guerra Mundial. Inclusive, por causa da demora entre a concentração e o zarpar, criaram o jargão: “é mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil ir à Guerra”. Mais tarde, a própria Força Expedicionária Brasileira, em afronta aos pessimistas, adotou uma cobra verde com um cigarro como brasão, a qual tinha o lema: “a cobra vai fumar”.

Toninho foi enviado no segundo escalão, em dois navios norte-americanos com 10.374 militares, incluindo 686 oficiais. Os vales gelados, a neve, a viagem seriam todos eventos incomuns ao mineiro. Eles chegaram em Nápoles, Itália, no dia 6 de outubro de 1944.

“A zona de ação atribuída ao Destacamento FEB situava-se entre a planície do litoral do mar Tirreno e o vale do rio Serchio, englobando os contrafortes dos Apeninos, conhecidos também como Alpes de Apuânia”, segundo a história da Feb contada pelo Exército Brasileiro em seu portal.

O primeiro escalão chegou antes de Toninho, e teve o primeiro confronto no dia 16 de setembro de 1944, às 14h22, em Massarosa, nas encostas do Monte Bastione. Provavelmente, o batismo de fogo do rapaz aconteceu na segunda quinzena de outubro, mesmo mês em que chegou na Itália.

Toninho relatou à família que ficava meses dentro de buracos inundados. Segundo a história do Exército Brasileiro sobre a Feb, os soldados conseguiam vencer o mal dos “pés de trincheira” colocando dentro das galochas jornais, lãs, feno seco ou penas de galinha. Outro obstáculo era o frio. O fardamento era feito de brim e lã e precisou de adaptações para enfrentar o rigoroso inverno da cordilheira dos Apeninos. Muitos adoeceram.

Foi, também, nos Apeninos que os soldados da Feb enfrentaram seu mais duro conflito: a Batalha do Monte Castelo. Eles lutaram durante cerca de três meses (entre 24 de novembro de 1944 e 21 de fevereiro de 1945) em um ponto da “Linha Gótica” — uma das últimas grandes defesas alemãs.

Caso o Monte Castelo não fosse conquistado, as forças do IV Corpo do Exército dos Aliados não poderiam seguir para o ponto estratégico em Bolonha. Os brasileiros foram aguerridos, se adaptaram às dificuldades, combateram o perigo vindo do Monte Belvedere, situado no flanco do objetivo, e venceram a batalha. Porém, foi o momento em que houve mais baixas de soldados na Feb.

Cartão postal enviado por Toninho para Inês - Fonte: Sebastiana Lara
Cartão postal enviado por Toninho para Inês – Fonte: Sebastiana Lara

Os brasileiros mantinham no coração a esperança do retorno aos familiares. Por isso, foram 335.472 cartas enviadas do front de batalha e 232.775 recebidas por eles. Duas delas foram endereçadas por Toninho ao grande amor: a prima Inês.

Toninho e os demais soldados passaram por várias cidades e regiões da Itália, respectivamente: desembarcaram em Nápoles, batalharam no norte da cidade de Pisa (vales dos rios Serchio e Reno), conquistaram os montes Castelo e Montese nos Alpes Apeninos, fizeram cerco em Collechio e Fornovo e ocuparam as cidades de Turim e Susa, no noroeste do país. A campanha terminou em 2 de maio de 1945, quando uniram forças com os franceses e houve a rendição das tropas alemãs em território italiano.

Foto enviada por Toninho Lara da Itália a Inês em Venda Nova - 1945 - Fonte: Sebastiana Lara
Foto enviada por Toninho Lara da Itália a Inês em Venda Nova – 1945 – Fonte: Sebastiana Lara

Segundo o portal do Exército Brasileiro, “as principais conquistas e vitórias da FEB foram assinaladas em Massarosa, Camaiore, Monte Prano, Monte Acuto, Galiano, Barga, San Quirino, Monte Castelo, La Serra, Castelnuovo, Soprassasso, Montese, Paravento, Zocca, Marano Su Parano, Collechio e Fornovo”.

E como Venda Nova entrou na vida de Toninho?

Inês morava em Venda Nova.

Toninho terminou a campanha pela Feb em 4 de setembro de 1945 e foi incluído na reserva do exército nacional em 30 de setembro do mesmo ano. No momento do desembarque, o amigo “Caixetinha” foi recebê-lo no Rio de Janeiro para trazê-lo a Minas Gerais.

Quando retornou, os parentes de Inês começaram a pressionar Toninho dizendo: “a Inês está esperando! Quando é que vocês vão casar?”. O rapaz já estava decidido há muito tempo e não demorou: vamos casar e morar em Venda Nova.

O casamento não teve muita “pompa”. Sequer houve bolo. Todavia, existia amor.

Meses mais tarde, em 1946, Toninho abriu um armazém de secos e molhados na Rua Padre Pedro Pinto, altura do número 700, perto da esquina da Rua Cascalheira, e de frente ao antigo Cine Teatro São Pedro, situado na Praça da Matriz de Venda Nova.

Toninho Lara ao centro de camisa branca com mangas longas - Fonte: Henrique Willer/CCVN e antes Dona Lúcia César
Toninho Lara ao centro de camisa branca com mangas longas – Fonte: Henrique Willer/CCVN e antes Dona Lúcia César

Ele também adquiriu um terreno na mesma via, onde hoje funcionam as Lojas Redes, em frente aos Correios e ao lado do antigo comércio de tecidos do Coronel Facinho. Ali construiu uma casa.

Teve uma filha e quatro filhos com Inês. Quem relata a história do pai é Sebastiana Maria Lara Araújo (a Tiana), 73 anos, e o esposo Geraldo Francisco Araújo, da mesma idade. Os irmãos dela ainda vivos são Francisco Miguel Lara e Antônio Monteiro Lara Neto.

Segundo o casal, “Toninho do Armazém”, como foi conhecido em Venda Nova, era um homem altruísta e muito bem humorado. Costumava levar as compras em carrinhos de mão até na casa dos fregueses. Doou durante muito tempo a merenda para os alunos do antigo Instituto Educacional de Venda Nova (Ieven) – atual Escola Estadual Santos Dumont.

Toninho abriu o armazém em sociedade com o irmão de Inês, de nome Geraldo e apelidado de Barão. E como não bastasse a quantidade de homônimos na família, contratou para trabalhar no estabelecimento um empregado chamado Geraldinho. Um dos irmão de Toninho também chamava Geraldo.

Dedicou a vida à esposa, aos filhos e ao trabalho. Não gostava muito de falar sobre a Guerra. Gostava mesmo era de fazer piada com tudo o quanto podia. Tinha o hábito de fumar e adorava rolhas de amendoim, mais conhecida nos dias de hoje como paçoquinha.

Apesar do investimento em Venda Nova, Toninho gostava de morar em vários endereços diferentes. Segundo o esposo de Tiana, ele dizia: “para mim, se eu tiver um trapo para cobrir a bunda e um teto para cobrir a cabeça, está tudo bem!”.

Em 1962, deu o armazém de presente para o funcionário Geraldinho e partiu com a família para morar em Sete Lagoas. A casa na Rua Padre Pedro Pinto foi emprestada a um amigo, o qual pode morar pelo tempo que quisesse sem pagar aluguel. Na nova cidade, contratou um pedreiro para construir a nova casa e, pouco tempo depois, mudou novamente: comprou uma fazenda em Pirapora.

O esposo de Tiana conta que a fazenda era tão grande que levava um dia para atravessar a cavalo. Surpreendentemente, em mais um gesto de altruísmo, Toninho deu parte do terreno para o pedreiro que havia construído sua casa em Sete Lagoas. Ele morou também em Entre Rios e Santana do Riacho.

À época, Tiana estava no Colégio Nossa Senhora da Piedade e dizia que o pai ia visitá-la com um sorriso no rosto. Além disso, era costume de Toninho frequentar o Mercado Central enquanto morava em Belo Horizonte. A filha relata que ele sempre voltava do Hipercentro com algo nas mãos para dar aos meninos da rua e seus filhos.

Tiana fez magistério e deu aulas por cerca de 30 anos na Escola Municipal Elisa Buzelim, no Bairro Piratininga. Casada há 44 anos com Geraldo, tem dois filhos e uma filha – Ricardo Monteiro Lara Araújo, Renata Monteiro Lara Araújo e Rodrigo Monteiro Lara Araújo – e três netos (Caio, Antônio Henrique e Izabella). Atualmente, mora em Santana do Riacho com o marido.

Toninho Lara entrega diploma à filha Sebastiana - Fonte: Sebastiana Lara
Toninho Lara entrega diploma à filha Sebastiana – Fonte: Sebastiana Lara

O pai, o “Toninho do Armazém”, veio a falecer em 2007, com 87 anos. A amada, Dona Inês, faleceu em 2018. As memórias dele foram tão fortes para a família, que os netos guardam até hoje o cantil e a marmita usados pelo avô durante a Segunda Guerra Mundial.

À época em que Toninho “sentou na praça”, termo usado para o alistamento de soldados de baixa patente e que deu aos combatentes o apelido de “pracinhas”, talvez não imaginasse que participaria de um confronto armado e voltaria ileso.

Ele contava para a filha a história de um amigo, morador de Venda Nova, que morreu na batalha por causa da explosão de uma granada. No relato, o que mais marcou Toninho foi a tentativa de resgatar o rapaz e a visão de que o relógio ainda funcionava no braço dilacerado da vítima.

Toninho está sepultado no Cemitério Bosque da Esperança, no Bairro Jaqueline, e todos os anos, no Dia dos Finados, recebe a visita do neto Rodrigo. O rapaz apegado às memórias fuma lentamente um cigarro, observa o vale, se agacha e, antes de ir embora, deixa uma rolha de amendoim sobre a lápide do avô.

Agradecimentos especiais

O Jornal Norte Livre agradece Ana Maria Silva por ter escrito o livro “Lembranças… Venda Nova” e ter citado o Toninho Lara em duas páginas. Foram elas que nos despertaram para a história que ainda não tinha sido contada.

Agradece a Henrique Willer, técnico de patrimônio do Centro Cultural de Venda Nova (CCVN), por ter fornecido a icônica foto do armazém e o contato da senhora Lúcia César. Agradece a senhora Lúcia César, uma fonte inesgotável da história de Venda Nova, por ter fornecido o telefone do sobrinho do senhor Antônio Monteiro Lara.

Agradece ao Sebastião, sobrinho do Toninho, por ter fornecido o telefone da filha do protagonista da história. Agradece a senhora Sebastiana e ao senhor Geraldo, moradores de Santana do Riacho, MG, por nos receberem tão bem em sua casa em Venda Nova e relatar as memórias do pai… além do café com requeijão artesanal.

Agradece a toda comunidade de Venda Nova por nos surpreender todos os dias.

Geraldo e Sebastiana (filha de Toninho Lara) - Foto: Will Araújo/Jornal Norte Livre
Geraldo e Sebastiana (filha de Toninho Lara) – Foto: Will Araújo/Jornal Norte Livre

Fontes de consulta

  • * Portal do Exército Brasileiro
  • * Livro “Lembranças… Venda Nova”, de Ana Maria da Silva
  • * Relatos de Dona Lúcia César, Sebastiana, Geraldo e Rodrigo
  • * Acervo pessoal da família de Toninho

Leia mais sobre a história de Venda Nova

Curta e compartilhe nas redes sociais
816Shares
Jornalista graduado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte — UniBH (2017), jornalista editor no Jornal Norte Livre com passagem pelo Jornal Daqui BH, ambos parceiros hiperlocais do Portal Uai/Diários Associados. Professor e sócio na empresa "Quando - Fábrica de narrativas", conteudista, SEO (Search Engine Optimization), videomaker, fotógrafo e entusiasta como ilustrador, desenvolvedor web e animador 2D. "Os livros são o templo do jornalista, mas é nas ruas que ele congrega". Will Araújo

Deixe um comentário

avatar
  Inscreva-se  
Notificar-me