Imagem meramente ilustrativa. Crédito: reprodução/Pixabay.
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O verão costuma ser a estação mais quente do ano, não é mesmo?! Porém, as alterações climáticas geram uma mudança no padrão das estações do ano e isso pode impactar a saúde da nossa pele. Muito sol, baixa humidade, pouca hidratação, poluição e maus hábitos podem acabar com todos os cuidados e resultados que adquirimos no decorrer dos meses anteriores.

Eu sempre tento enfatizar a importância do protetor solar independente da época do ano, o que fará toda a diferença na saúde da cútis.

Caso não saiba como cuidar da sua pele nos períodos quentes ou nas épocas frias, confira as colunas “Cinco passos simples para manter a pele saudável no verão” e “Saiba 12 dicas para cuidar da pele durante o inverno”.

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Neste texto, irei abordar assuntos um pouco diferentes, mas que estão dentro do tópico proposto. Normalmente, quando temos que lidar com altas temperaturas, costumamos sentir mais cede e ingerir mais líquidos. Esse hábito contribui para manter o equilíbrio do nosso organismo e para não desidratarmos, mas você sabia que a hidratação tópica também é essencial?

A tendência é sempre evitar os hidratantes no calor para não se sentir “pegajosa(o)”, mas fazer isso é prejudicial para a pele. E pode te causar problemas futuros, como linhas de expressão precoces e ressecamento.

No extremo oposto, quando há queda nos termômetros, costumamos não beber água com a frequência correta, tomar banhos quentes e continuar evitando a hidratação tópica.

É importante lembrar que cada tipo de pele possui suas individualidades, e o hidratante deve ser escolhido com base nesses parâmetros. Isso vale tanto para o rosto quanto para o corpo. Para quem não curte muito a ideia de usar cremes, algumas marcas também disponibilizam opções de hidratação com enxágue. Vale a pena conferir.

Outro ponto importante que precisa ser abordado é o melasma. Altas temperaturas se tornam um terror para quem possui essa condição, pois o medo de ter a pele ainda mais manchada preocupa e desespera.

É importante lembrar que nem sempre manchas escuras podem ser diagnosticadas como melasma. Portanto, é muito importante procurar um profissional para ter o controle adequado.

Gosto sempre de lembrar que não se deve fazer tratamentos com ácidos, caso vá se expor ao sol. Dessa maneira, escolha estações com temperaturas mais baixas para esse tipo de tratamento.

Além disso, para quem tem melasma, a exposição ao ambiente sem filtro solar é extremamente proibida, mesmo que dentro de locais fechados ou à noite.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e o artigo “Fisiopatologia do melasma”, a luz visível também é um fator determinante para o aparecimento e piora do melasma. Por isso, é imprescindível que o protetor seja usado em todos os ambientes.

Além disso, a proteção solar é importante para amenizar os malefícios causados pela poluição, como exemplo o envelhecimento precoce. Algumas marcas oferecem produtos que têm essa finalidade em específico, mas não podemos esquecer que a correta higienização da pele tem seu papel.

Com os devidos cuidados, é possível curtir e aproveitar muito o que cada estação tem a oferecer, sem se preocupar com os danos que a pele pode receber.

Em caso de dúvidas, procure orientação de um profissional habilitado e não utilize produtos que você não tenha conhecimento da formulação nem orientação prévia para usar.

Ressalto também que, em dias quentes – sempre que possível –, utilize bonés, chapéus ou viseiras para proteger o rosto da exposição solar excessiva. Por outro lado, em dias frios, não se esqueça do filtro solar. Mantenha a hidratação em dia tanto por dentro quanto por fora e se divirta muito.

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