Reuniões entre o prefeito Alexandre Kalil, membros do Comitê de Enfrentamento à COVID-19 e entidades empresariais têm sido frequentes na pandemia. Foto: Amira Hissa/PBH.
Publicidade

A Prefeitura de Belo Horizonte anunciou nesta quinta-feira (20) uma nova flexibilização do comércio da cidade. Com isso, a atividade econômica poderá funcionar de segunda a sexta-feira, inclusive lanchonetes e restaurantes (sem venda de bebidas alcoólicas). Bares e academias continuam fechados.


Você é de Venda Nova?

Siga nossas redes sociais e fique por dentro do que acontece perto de você. Jornal Norte Livre, o Jornal de Venda Nova.


De acordo com o Alexandre Kalil (PSD), as lanchonetes poderão funcionar das 11h às 15h, assim como os restaurantes. De acordo com o prefeito, o objetivo é atender os lojistas que trabalham em outros ramos do comércio.

CONTINUA APÓS ESTA PUBLICIDADE

O funcionamento do comércio em geral, que já vinha operando de quarta a sexta-feira, agora ganha mais dois dias: segunda e terça-feira. Além disso, o horário continua o mesmo: das 11h às 19h.

Além disso, o prefeito informou que praças e parques poderão funcionar nessa nova flexibilização. Ele, inclusive, garantiu que os gradis ao redor desses espaços públicos já começam a ser retirados nesta quinta. Está nesse âmbito a orla da Lagoa da Pampulha, por exemplo.

Kalil pontuou que no caso dos parques o processo é mais lento, pela necessidade de organização dos protocolos, até mesmo comunicação com os porteiros das unidades.

Quanto aos salões de beleza, o prefeito informou que a abertura acontecerá de terça até sábado. Os horários e protocolos a serem respeitados continuam os mesmos.

Já os shoppings operam no mesmo expediente do comércio atacadista e varejista: de segunda a sexta, das 11h às 19h, com os mesmos protocolos de antes.

“Está na hora dos lojistas tomarem conta dos seus negócios. Não temos a menor dúvida de que se os números piorarem, a gente vai fechar totalmente a cidade”, disse o chefe do Executivo municipal.

Em seu pronunciamento, Kalil ressaltou os números de Belo Horizonte no comparativo a outras capitais do país. O prefeito salientou a taxa de mortalidade da cidade (número de óbitos por 100 mil habitantes), que é inferior a outras grandes cidades brasileiras.

Até o último boletim epidemiológico e assistencial, divulgado nessa quarta-feira (19), o município contabiliza 29.690 casos confirmados da COVID-19: 3.059 em acompanhamento, 25.776 recuperados e 855 óbitos. Entre as mortes, 116 aconteceram em Venda Nova, o epicentro da doença na capital mineira.

Publicidade

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui