Foto: Divulgação/SLU
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No ano passado, a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) recolheu, em toda capital, 652 animais mortos e jogados em vias públicas. Venda Nova foi a Regional com maior quantidade do serviço, somando 334 remoções. O número é quase o dobro da segunda região mais atendida, a Norte, que teve 177 incidências.


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Por isso, a SLU alerta os cidadãos para que não lancem os corpos de animais mortos em vias públicas, leitos de córregos e outros locais, como lotes vagos. A prática pode causar impactos ambientais e disseminar doenças.

Segundo Maria Esther de Castro e Silva, chefe do Departamento de Planejamento da SLU, existe o serviço de coleta de animais mortos, justamente, para promover o bem-estar e saúde pública. Cadáveres de animais contaminados podem propagar enfermidades e, além da poluição, provocam mau cheiro.

Em 2018, foram recolhidos 523 cães, 60 gatos e 52 cavalos em Belo Horizonte. A Regional Pampulha, que também compartilha limites com Venda Nova, teve 141 casos.

A SLU recomenda que animais de pequeno porte, como aves, coelhos, cães e gatos falecidos, sejam acondicionados em caixas de papelão, sacos plásticos, ou materiais parecidos, e colocados no passeio da residência em que morreram para serem recolhidos no dia e horário da coleta domiciliar.

Animais de grande porte, como cavalos mortos, serão removidos mediante demanda. A solicitação deverá ser feita pelo número 156 ou no portal da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH).

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Jornalista graduado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte — UniBH (2017), jornalista editor no Jornal Norte Livre com passagem pelo Jornal Daqui BH, ambos parceiros hiperlocais do Portal Uai/Diários Associados. Professor e sócio na empresa "Quando - Fábrica de narrativas", conteudista, SEO (Search Engine Optimization), videomaker, fotógrafo e entusiasta como ilustrador, desenvolvedor web e animador 2D. "Os livros são o templo do jornalista, mas é nas ruas que ele congrega". Will Araújo