Vacinação é saída para se prevenir contra o sarampo. Foto: Venilton Küchler/SESA/Agência Brasil.
Vacinação é saída para se prevenir contra o sarampo. Foto: Venilton Küchler/SESA/Agência Brasil.
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A suspeita de contaminação de sarampo em um bebê, na Região de Venda Nova, pode se tornar o primeiro caso autóctone da doença em Belo Horizonte nos últimos 22 anos. Desde 1997, a cidade não registra um caso da mazela contraído no próprio município, apenas diagnósticos importados de outros lugares.

Nesta sexta-feira (23), por conta da entrada do bebê, o Centro de Saúde do Bairro Lagoa (Rua José Sabino Maciel, 176) precisou ser fechado por duas horas pela Secretaria Municipal de Belo Horizonte. Os pacientes e acompanhantes que estavam na unidade sem proteção contra a doença foram vacinados. Posteriormente, eles foram liberados.

Já quem estava com o cartão de vacina em dia foi liberado de imediato. O centro de saúde passou, ainda, por uma higienização. Uma ambulância levou a criança com a suspeita para o Hospital Infantil João Paulo II, no Centro de BH.


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Na quarta-feira, a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Centro-Sul também fechou as portas por conta de uma suspeita de sarampo. Um morador de São Paulo, que estava em BH a trabalho, foi o paciente internado.

O bloqueio vacinal foi feito também na UPA, assim que o homem deu entrada. A unidade de saúde foi fechada por volta das 10h e só reabriu às 14h50, depois do cumprimento de uma série de procedimentos. Pacientes, acompanhantes e funcionários foram vacinados e superfícies foram desinfectadas.

Sarampo em Minas

Conforme boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde nessa quinta (22), Minas Gerais tem quatro casos confirmados de sarampo. Outros três estão em investigação em Uberlândia (Triângulo), Passos (Sul) e Viçosa (Zona da Mata).


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Em junho, o estado registrou seu primeiro caso contraído internamente desde 1999. Tratava-se de uma criança moradora de BH, mas que havia viajado para Carmópolis de Minas, na Região Centro-Oeste do estado.

O estado tem 55 casos em investigação. Desde o início do ano, 221 casos suspeitos foram informados, mas 162 (73,3%) deles foram descartados.

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