Venda Nova conta com 14 UMEIs para atender crianças de Belo Horizonte. Foto: Breno Pataro/Prefeitura de Belo Horizonte.
Venda Nova conta com 14 UMEIs para atender crianças de Belo Horizonte. Foto: Breno Pataro/Prefeitura de Belo Horizonte.
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por Gabriel Ronan

Vai até o dia 21 de setembro (sexta-feira), o prazo para que pais e responsáveis matriculem crianças na rede municipal de educação em Belo Horizonte. O cadastramento é válido para pequenos entre 0 e 3 anos, nascidos a partir de abril de 2015, e  4 e 5 anos, nascidos entre 1°/7/2013 e 31/3/2015, e residentes na capital mineira.


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Em Venda Nova, assim como nas outras regiões da cidade, as crianças podem ser enviadas às UMEIS (Unidades Municipais de Educação Infantil), às EMEIS (Escolas Municipais de Educação Infantil) ou às EMEFS (Escolas Municipais de Ensino Fundamental que recebem turmas de educação Infantil).

Neste ano, o processo de inscrição poderá ser feito pela internet, por meio do site da prefeitura (clique aqui). O cadastro é realizado em cinco etapas online. É necessário ter em mãos identidade, CPF, endereço completo, número de telefone para contato e número do NIS ou CAD, para quem possuir esse registro.

Na hora de habilitar a criança é importante estar atento ao preenchimento completo das cinco etapas. Ao final, o sistema gera um documento com informações sobre as datas de divulgação dos resultados e documentos necessários para a matrícula.

Quem preferir fazer o cadastramento pessoalmente tem duas opções: comparecer à uma Diretoria Regional de Educação ou às escolas participantes do Programa Escola Aberta (confira a lista no anexo II). Em Venda Nova, a diretoria está localizada na Rua Érico Veríssimo, 1.428, Bairro Rio Branco (sede da Regional Venda Nova).

Com o cadastro realizado, a alocação das crianças nas unidades escolares acontece por meio de programa utilizado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A tecnologia considera a proximidade da residência ou do local de trabalho indicado pelos responsáveis, dentro de uma jurisdição.

A prioridade (70% das vagas totais) vai para as famílias em vulnerabilidade social. Para definir quem está mais desamparado, a PBH considera 24 critérios. Eles vão desde famílias que possuem menor renda per capita até a escolaridade dos pais. Os participantes de programas sociais também têm vantagens na hora da escolha.

As outras vagas (30% do total) são escolhidas por meio de um sorteio público. Os cadastros foram regulamentados pelas portarias SMED n° 215 (para crianças de 0 a 3 anos) e n° 216 (para crianças de 4 e 5 anos) de 2018, publicadas no Diário Oficial do Município (DOM), no dia 7 de agosto.


 

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