Reprodução/Pixabay
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As empresas fazem parte da vida profissional da maioria das pessoas e conhecer seus pilares é importante ao iniciar novos projetos. Alguns fatores foram essenciais para a elaboração das estruturas organizacionais como conhecemos hoje.

O primeiro deles foram as revoluções industriais que sofremos. Com as mudanças tecnológicas, foi possível melhorar relações entre colaboradores e o setor industrial. Afinal, as indústrias foram responsáveis por ditar o sistema econômico de grandes potências. A busca por resultados e a relação homem-máquina nos mostra os poderes de uma organização conservadora.

O objetivo de obter bons resultados estratégicos afetou o significado de produtividade, criou a sede pelos lucros e elevou a força de trabalho a níveis altos na era industrial. Ou seja, as organizações deste período almejavam diminuir seus procedimentos, atingir suas metas e transformar o trabalhador em uma máquina. Com isso, tais entidades desumanizavam seus processos.

Foi durante esse período que as pirâmides organizacionais, as hierarquias entre os cargos e a maneira de ditar as regras em uma empresa se desenvolveram. As organizações da era industrial acompanhavam seu contexto, entregando resultados e se perdendo em alguns momentos, devido ao conservadorismo da época.

Marcada por muitas dificuldades, uma nova maneira de pensar se estabeleceu tempos depois. Com os avanços tecnológicos, as mudanças sociais e as novas oportunidades no mercado, constatou-se a necessidade de transformação. E, com isso, as metodologias contemporâneas surgiram para construir novos modelos.

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Estamos na era pós-moderna, identificada pelo momento de inovação, conexão, versatilidade e criatividade. A procura pela melhoria contínua de seus processos é a base das organizações atuais. A partir disso, percebemos que os valores foram reestruturados e que o conservadorismo não entra pela porta da frente como antes.

Reconstruir metodologias é uma prática constante e utilizar valores antigos não fazem parte da realidade dessas organizações. A diversidade entre seus colaboradores é vista como agregadora, pois a busca por clientes de todos os nichos sociais se torna vital para a valorização do negócio.

Na cultura contemporânea, nos deparamos com a conexão entre pessoas, gostos e propósitos. Sendo assim, fazer o que se ama e enxergar a transformação por conta das atividades executadas é o que se deseja nos modelos de negócios atuais. Com isso, vincular os valores da empresa aos dos colaboradores e clientes.

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