Rua Maçon Ribeiro tem uma de suas faixas interditadas pela Copasa nesta segunda-feira (2). Foto: Gabriel Ronan/Norte Livre.
Rua Maçon Ribeiro tem uma de suas faixas interditadas pela Copasa nesta segunda-feira (2). Foto: Gabriel Ronan/Norte Livre.
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Um problema que tem sido frequente em Venda Nova. Depois de duas interdições consecutivas na Rua Padre Pedro Pinto, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) fechou, nesta segunda-feira (2), parte da Rua Maçon Ribeiro. A via está no Centro da regional e liga a Avenida Vilarinho à Padre Pedro Pinto.

Segundo operários que trabalham na obra, trata-se de uma manutenção em rede de esgoto. Eles começaram a trabalhar no local na manhã desta segunda. A rua está logo ao lado do Habib’s Venda Nova.

A Copasa confirma a informação repassada pelos operários. Segundo a empresa, as obras devem ser finalizadas ainda nesta segunda e a recuperação do asfalto até quarta-feira (4).

Ainda de acordo com a Copasa, a ligação é do imóvel localizado no número 73 da Rua Maçon Ribeiro.


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Quem passa pelo local de carro, moto ou ônibus não consegue utilizar a faixa da direita. As dificuldades são maiores para quem sai da Vilarinho (sentido Avenida Cristiano Machado) e deseja acessar a Padre Pedro Pinto por meio da via em obras.

Isso porque o motorista precisa a faixa da esquerda ao fazer a conversão à direita, o que traz riscos de colisão com os cones que cercam a obra. Apesar das limitações, não há registro de congestionamento no local.

Outros casos

No último dia 9, a Copasa interditou a principal rua de Venda Nova: a Padre Pedro Pinto. O problema aconteceu na rede de fornecimento do Bairro Candelária, na altura do número 2.400.

O problema afetou bairros de Venda Nova, Vespasiano, Santa Luzia e Ribeirão das Neves.


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No dia 24 de junho, a Copasa também interditou a Rua Padre Pedro Pinto. Daquela vez, tratou-se do vazamento de uma rede de tubulações de 300 milímetros que passa por baixo da via.

A manutenção causou a interrupção do abastecimento de água em mais de 90 bairros da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e durou cerca de três dias.

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