Imagem por silviarita - Pixabay
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Por Caroline Araújo – CRBM 8948

Queridinho de muitos famosos e alvo de diversos holofotes na tão sonhada “harmonização facial”, o ácido hialurônico é um constituinte encontrado naturalmente na matriz extracelular da nossa cútis.  

Responsável por manter a firmeza, a elasticidade e a hidratação da pele, o hialurônico também promove a manutenção das fibras de colágeno, garantindo que fiquem vivas e tenham mais sustentação.

Conforme o processo de envelhecimento acontece, é normal que a pele vá perdendo o ácido hialurônico em um processo gradativo. Devido a isso, pesquisadores recriaram, de maneira artificial, essa substância, fazendo-a biocompatível, absorvível e, hoje, muito usada na estética, tanto da forma injetável quanto aplicada em dermocosméticos.


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Envelhecer faz parte

O processo de envelhecimento é algo biológico e inevitável para todos os seres vivos, porém, com os avanços das tecnologias é possível amenizar os sinais. Desta forma, o ácido hialurônico entra como um forte aliado em meio a estética, mantendo a pele viçosa e minimizando as linhas de expressão, além de proporcionar os contornos faciais harmônicos que trazem jovialidade.

Além do efeito antiaging, obtido na utilização como preenchedor de sulcos e rugas estáticas, e do efeito “modelador” de lábios e contorno facial, o ácido hialurônico elimina radicais livres com sua ação antioxidante, ajuda na proteção contra os raios ultravioletas – quando associado a fotoprotetores – e permite que a pele a retenha mais água, proporcionando uma cútis mais hidratada e menos envelhecida.

Em alta entre homens e mulheres, famosos ou não, o produto traz benefícios significativos à pele, e em conjunto com outros procedimentos – “Harmonização facial” – permite um rosto mais simétrico e elegante, melhorando a auto estima.

Cuidado

Porém, como todo tratamento estético, o hialurônico possui contraindicações, principalmente, em sua forma injetável. É muito importante que seja feita a avaliação por um profissional devidamente habilitado antes de qualquer atitude. Apesar de ser uma substância já encontrada do nosso organismo, a utilização só dever ser feita sob supervisão.

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